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Por que toda empresa B2B vai precisar de Revenue Operations mais cedo do que imagina?

Por que toda empresa B2B vai precisar de Revenue Operations mais cedo do que imagina?

Segundo o Grand View Research em 2024, o mercado de Revenue Operations (operação de receita), foi avaliado em US$4,4 bilhões, com expectativa de crescimento de US$5,6 bilhões em 2026 e US$17,0 bilhões até 2033.

Nesse cenário, Estados Unidos dominou o mercado, representando uma participação de 33,3% na receita em 2024. 

A análise afirma que essa crescente é impulsionada pela necessidade de gestão unificada de receitas, tomada de decisões baseada em dados e melhor colaboração entre as equipes de vendas, marketing e sucesso do cliente. 

Ou seja, esse já é um movimento que acontece lá fora, mas que, aqui, ainda está no início. 

Para saber como aproveitar essa tendência e garantir vantagem competitiva, continue a leitura!

Por que o Brasil está repetindo o mesmo caminho com anos de defasagem?

A área de Operações de Receita (Revenue Operations) é a que mais cresce nos Estados Unidos, de acordo com a Forbes.

Essa informação, juntamente com os dados do Grand View Research, destacam que as empresas B2B norte-americanas já sabem como solucionar os desafios que hoje são os mais comuns no Brasil. Como:

  • Gerenciar múltiplos canais de aquisição;
  • Organizar e integrar um volume cada vez maior de dados;
  • Lidar com stacks de tecnologia mais complexos;
  • Aumentar a eficiência e a previsibilidade da receita.

Mas, como fizeram isso? Organizaram a operação de maneira a conectar marketing, vendas e customer success em torno de um mesmo objetivo: gerar receita.

No Brasil, esse movimento ainda está em uma etapa anterior. Muitas empresas continuam lidando com os problemas já citados, mas sem saber ainda a resposta para eles. Ou seja, o Revenue Operations. 

Em outras palavras, o nosso país está percorrendo todo o caminho de descoberta realizado pelos Estados Unidos. Mas, não precisa!

A solução já está entre nós. Basta aplicá-la! E rápido. Porque alguns sinais já indicam que a adoção desta metodologia vai acelerar:

  • A operação comercial está mais complexa: mais canais de aquisição e pontos de contato, jornadas de compra mais longas, mais ferramentas e sistemas envolvidos na operação, maior volume de dados para analisar e mais dificuldade para manter eficiência com áreas isoladas;
  • A tecnologia está se multiplicando: CRMs, automação, BI, IA, atendimento e ERPs cada vez mais presentes, mas nem sempre integrados. Novos silos são criados pela falta de processos estruturados;
  • A pressão por eficiência e previsibilidade aumentou: saber quais canais realmente contribuem para a receita, aumentar a precisão do forecast e tomar decisões com base em dados integrados.

Leia também: Entenda a diferença entre uma empresa de Revenue Operations e uma agência de marketing

O que a sua empresa B2B perde enquanto espera?

Não apostar agora no Revenue Operations é o mesmo que aceitar manter problemas operacionais que afetam a capacidade de gerar, converter e reter receita.

Ou seja, é o mesmo que perder dinheiro! Afinal, a operação continua com:

  • Receita não rastreada: quando marketing, vendas e customer success trabalham com sistemas, critérios e indicadores diferentes, parte da jornada da receita fica invisível;
  • Uma operação dependente de pessoas: quando processos e informações não estão estruturados, o conhecimento fica concentrado em quem executa a operação. O resultado é uma operação difícil de replicar, escalar e transferir;
  • Crescimento sem previsibilidade: pode até funcionar por um período. O problema aparece quando a empresa precisa repetir o resultado em uma escala maior. Sem processos integrados e dados confiáveis, fica mais difícil prever, medir e corrigir sua própria performance.

É preciso reforçar que quanto mais a operação cresce, mais caro fica corrigir a fragmentação depois que ela já está instalada.

Por isso, antecipar o movimento pode ser menos custoso (e mais vantajoso) do que esperar a falta de integração se transformar em um problema de crescimento.

Leia também: Quanto tempo leva para ter resultados com marketing B2B e RevOps? O que esperar em cada fase

O que muda quando RevOps é adotado antes de ser urgente? 

Portanto, ao deixar de adiar a adoção de Revenue Operations, a empresa B2B brasileira pode construir, desde já, uma operação preparada para crescer com mais controle, enquanto outras ainda tentam corrigir processos fragmentados. 

Isso significa garantir:

  • Vantagem competitiva: uma operação estruturada consegue identificar oportunidades de receita mais rapidamente, reduzir gargalos ao longo do funil, responder às mudanças do mercado com mais agilidade e direcionar recursos para o que gera maior impacto;
  • Operação escalável: com RevOps, processos são estruturados, responsabilidades ficam mais claras e os sistemas passam a trabalhar de forma integrada. Isso reduz a dependência de conhecimentos individuais e cria uma base que pode ser replicada conforme a empresa cresce;
  • Decisões orientadas por dados: em vez de analisar indicadores isolados de marketing, vendas ou customer success, a liderança passa a enxergar a jornada de receita de ponta a ponta.

Antecipar a adoção permite sair na frente da concorrência e se tornar referência em seu setor, já que a sua estrutura estará mais preparada para acompanhar qualquer complexidade que for exigida.

Guia: Como transformar marketing e vendas em receita | Adove

Os três sinais de que sua empresa já está no momento certo para estruturar

Alguns indicadores mostram que a complexidade da operação ultrapassou a capacidade de gerenciá-la de forma desconexa. Logo, já se faz necessário a adoção do Revenue Operations.

São eles:

  • CRM não conta toda a história da sua receita: se, para entender o que está acontecendo no pipeline, o gestor precisa consultar planilhas, mensagens no WhatsApp, e-mails ou perguntar diretamente aos vendedores, existe um problema de integração;
  • Crescimento depende de pessoas específicas: um vendedor conhece detalhes que não estão registrados no CRM. Um gestor sabe quais oportunidades realmente têm potencial. Um profissional de customer success conhece particularidades importantes de determinados clientes;
  • Marketing, vendas e customer success não enxergam a receita da mesma forma: se marketing mede sucesso por leads, vendas por oportunidades e receita e customer success por retenção, sem uma conexão clara entre esses indicadores, fica difícil entender o impacto de cada etapa no resultado final.

Leia também: RevOps: como estruturar operações de receita sem precisar montar uma área do zero

Quem se antecipa à mudança, cresce preparado para ela

É simples! Quanto antes a empresa conecta marketing, vendas e customer success, organiza seus processos, integra seus dados e utiliza a tecnologia de forma estratégica, mais preparada estará para crescer com eficiência e previsibilidade.

É justamente esse movimento que a Adove acompanha de perto.

Especialista em Revenue Operations

Como especialista em Revenue Operations, atuamos na estruturação da operação de receita a partir de quatro frentes: dados, processos, tecnologia e pessoas. 

Nosso trabalho é identificar onde estão os gargalos, conectar as áreas e construir uma estrutura capaz de sustentar o crescimento.

Mais do que acompanhar uma tendência, enxergamos a transformação da operação B2B antes que ela se torne uma urgência. 

Por isso, também temos o papel de antecipar essa discussão e ajudar o mercado a entender porquê uma operação integrada será cada vez menos um diferencial e cada vez mais uma necessidade para empresas que querem escalar.

Se você já identifica sinais de fragmentação na sua operação, o próximo passo é entender onde estão os gargalos que impedem sua receita de crescer.

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